De bicicleta para todo o lado

É conhecida a reputação dos países de norte quanto ao uso da bicicleta, e a Dinamarca não é exceção. Aliás, Copenhaga é considerada a capital da bicicleta, pelas mais recentes reformulações feitas no tráfego de carros e peões dentro da cidade.

Ao não ter carro e analisar o custo do transporte público, uma bicicleta foi um dos meus primeiros investimentos (logo a seguir às 3 viagens ao IKEA). Mesmo em 2ª mão, uma bicicleta custa cerca de 100€ + todos os acessórios necessários: luzes, obrigatórias, capacete, para informar os automobilistas de que sou uma aselha, e cadeado, para evitar desaparecimentos indesejados.

Numa cidade com índices de assaltos tão baixos, as bicicletas serão sempre um alvo fácil e muito apetecível, pelo que um dos primeiros conselhos que ouvi foi mesmo lock it, always.

A etiqueta e comportamento dos ciclistas parte do censo comum, hábitos e das regras não-escritas. De tudo o que aprendi na escola e nas aulas de código, pouco serviu para me sentir menos idiota a pedalar por aqui. A rede de ciclovias é extensa e bem cuidada, e o respeito pelos ciclistas é enorme. Contudo, há imensas regras para ambos os lados, e estas são para ser respeitadas. Mas esse é um assunto para outro dia.

Mas de tudo isto, o maior problema foi mesmo aprender a travar. Nunca jamais em tempo algum vi uma bicicleta com sistema de travões integrado nos pedais, pelo que quando não vi os manípulos dos travões a minha expressão foi de pânico e confusão.

Até à data, ainda não caí.

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