Contra-ataque Dinamarquês

Relativo às recentes notícias do Orçamento na Dinamarca, algumas das medidas aprovadas afetam diretamente os imigrantes – e não de uma maneira agradável. A Dinamarca é reconhecida como um dos países da UE com políticas de imigração bastante estritas, e o presente mandato de Lars Løkke Rasmussen pretende mesmo dificultar a entrada no país.

Em Janeiro deste ano, foram introduzidas várias medidas para travar o efeito da entrada de refugiados no país, dados os elevados valores de população a acorrer. Os 5 anos de residência no país antes de poder obter residência permanente passaram a 6, com condições cada vez mais estritas. Agora, quem quiser pedir residência permanente na Dinamarca precisa de esperar 8 anos, estar empregado 3.5 anos nos últimos 4 anos, abster-se de usar qualquer apoio monetário público nos últimos 4 anos, entre muitas outras condições (mais em The Local DK).

No caso de reunião familiar, um imigrante que venha para a Dinamarca trabalhar e queira trazer a família é obrigado a ter 3 anos de residência permanente até que o possa fazer, o que resulta numa soma de 11 anos de espera (pelo menos 8 anos de residência como estrangeiro + 3 anos após obter residência permanente).

Não me surpreende que o Governo queira controlo na população que entra no país: só em 2015 um total de 21,300 refugiados foram registados na Dinamarca, número que reduziu para 5,000 nos primeiros 8 meses de 2016 graças às medidas tomadas.

Vistos Gold? Não tens cá disso.

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