E depois do fogo-de-artifício?

É absolutamente fantástico não ter de esperar pela meia-noite para ver fogo-de-artifício para onde quer que olhes. Desde o pôr-do-sol que muitas famílias saem à rua para lançar 2 ou 3 foguetes. Alguns fazem mesmo pausas no jantar, lançam uns foguetitos, e voltam para o quentinho das casas. Mesmo nas aldeias, é difícil não assistir a espetáculos de pirotecnia na altura de celebrar a entrada do novo ano.

Com isto, é quase irónico pensar que em Portugal teríamos de ir à Madeira para ver 10 minutos de fogo-de-artifício. Aqui, é difícil ter uma pausa de 10 minutos sem ter uma explosão de luz a menos de 5 km.

Conclusão: Venham à Dinamarca na Passagem de Ano!

Mas nem tudo são rosas. Apesar dos municípios praticamente não gastarem orçamento público em fogo-de-artifício, existe uma desresponsabilidade generalizada no que toca ao pós-festa. Lixo. Muitas caixas e restos de uma noite de folia são encontrados por todas as ruas. É compreensível que “ah e tal, bebedeira e cenas, não apetece limpar depois”, mas não serve de justificação.

Outro aspeto negativo é a quantidade de pessoas que acabam por recorrer aos hospitais por acidentes com os explosivos. Este ano foram cerca de 267 o número de acidentes, o que se torna alarmante quando um terço destes têm menos de 15 anos.

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